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Jornalista revela fenômenos ocorridos na abertura do Santo Sepulcro

No final do mês de outubro desse ano, um evento histórico para a fé cristã aconteceu. A grande pedra de mármore que sela o sepulcro de Cristo, foi aberta pela primeira vez desde 1555, para passar por estudos e restauração. Apenas alguns cientistas e religiosos tiveram acesso ao local, mas os rumores começaram a se espalhar e alguns dados foram revelados para o público geral.

Segundo informações, um aroma suave teria emanado assim que o sepulcro foi aberto. Assim como em algumas manifestações associadas a alguns santos, o cheiro adocicado chamou teria sido sentido por alguns no local. Também foi relatado que os instrumentos de medição de ondas eletromagnéticas, tiveram alterações consideráveis. Quando colocados na vertical, sofriam determinadas “perturbações” que alteraram seu funcionamento.

A chefe de redação do veículo de comunicação, Terre Sainte Magazine, conseguiu uma autorização especial para visitar o local e se posicionou de maneira levemente imparcial. Sobre o perfume sentido dentro do sepulcro, ela afirmou não ter percebido nenhum aroma específico ao entrar no local. Contudo, ela confirmou sobre o funcionamento estranho dos equipamentos que fizeram parte das pesquisas.

O mesmo perfume foi citado pelo arquiteto Nikolaos Komnenos, em 1809, que esteve presente em uma das aberturas do túmulo de Cristo.

Além desses dois fatores, uma terceira situação deixou os cientistas surpresos. A tumba estava num nível muito mais alto do que o previsto. As análises mostraram que distorções sofridas por perturbações eletromagnéticas teriam causado esse fenômeno.

A pedra na qual teria repousado o corpo de Cristo mostrou os costumes fúnebres dos judeus do primeiro século. Marie-Armelle Beaulieu, afirma que suas expectativas são relacionadas à confirmação de certos dados históricos. “Para mim seria extraordinário se os peritos conseguissem demonstrar que esta pedra foi mesmo o local em que se colocou o corpo de Cristo, mas, mesmo que eles provassem o contrário, ela ainda continuaria sendo um sinal da Ressurreição”.

A jornalista mora em Jerusalém há 17 anos e afirma que admira profundamente as tradições cristãs. “A igreja do Santo Sepulcro é um local desconcertante. No começo eu não gostava muito dela. Esperava uma igreja linda e encontrei esse lugar de arquitetura estranha, que não lembra em nada as cenas bíblicas. Não há nenhum rastro do jardim, por exemplo. Mas, com o tempo, fui desenvolvendo um apego durante as procissões de que participo com os franciscanos. Não é um lugar para visitar, mas para orar. Graças a um religioso, eu pude entrar até a rocha que sustentou o corpo de Cristo, algo que nunca teria imaginado! Eu me senti num estado estranho, como que sem gravidade, mas me lembro de todos os detalhes. Nunca mais irei ao Santo Sepulcro da mesma forma”, afirma.

“Agora já recolocaram a pedra de mármore e só é possível ver a cripta parcialmente, através de uma abertura (protegida com um cristal blindado, ndr). Mas eu sei que a pedra está lá. Eu tinha o costume de fazer uma genuflexão diante do túmulo de Cristo, mas depois refleti e achei que isso é absurdo, porque lá não há mais nenhuma Presença real! É diante da santa Eucaristia que devemos fazer a genuflexão! Mas, no Santo Sepulcro, diante desse túmulo, há uma ‘Ausência real’. Um túmulo vazio! Um milagre diante do qual todo joelho se dobra, no Céu, na terra e nos infernos”.

Um testemunho de fé de alguém que conseguiu realizar o sonho de ter a graça de estar diante de um milagre sem precedentes.
 
Fonte: Aleteia
Imagens: Veja online

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